15 setembro 2016

Complexo eólico Cerro Chato: bons ventos do Rio Grande do Sul

Com investimento de R$ 440 milhões, complexo é formado por três parques eólicos de 30 MW cada e 45 aerogeradores, com torres de 108 metros de altura e diâmetro de 82 metros.

O complexo eólico Cerro Chato, em Santana do Livramento (RS), a 500 km de Porto Alegre, é uma obra da Eletrosul, com recursos do PAC2. Com investimento de R$ 440 milhões, é formado por três parques eólicos de 30 MW cada e 45 aerogeradores, com torres de 108 m de altura e diâmetro de 82 m. Foi o primeiro empreendimento do leilão exclusivo de energia eólica, realizado pelo governo federal em dezembro de 2009. O consórcio vencedor é uma parceria entre a Eletrosul (participação de 90%) e a Wobben (10%), que juntas constituíram a Eólica Cerro Chato.

A energia produzida pelo complexo chega por rede de média tensão subterrânea de 69 km, segue até a subestação coletora Cerro Chato. Dali, após a tensão ser elevada de 34,5 kV para 230 kV, é transportada por linha de transmissão de 24,7 km a outra subestação, a Livramento 2, pertencente à companhia estadual de energia elétrica, para então ser distribuída ao país pelo Sistema Interligado Nacional (SIN).

A área de engenharia da Eletrosul foi responsável pelo projeto básico do complexo eólico Cerro Chato. O projeto executivo e implantação ficaram a cargo do consórcio Arteche/Santa Rita e da Wobben. A Santa Rita executou os acessos e fundações dos aerogeradores; a Arteche as linhas de transmissão, a rede de média tensão subterrânea e a subestação Cerro Chato; e a Wobben forneceu os equipamentos.