Sinaenco: Liderança e
defesa do setor de A&EC
Sinaenco - Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva é a principal força representativa do setor de projetos e consultoria no Brasil, sendo amplamente reconhecido pela defesa da melhoria da qualidade e da transparência na contratação de projetos e na execução de obras públicas, sempre em diálogo com os poderes públicos e com entidades da sociedade civil ligadas à infraestrutura e à construção.

Com quase quatro décadas de atuação, representa atualmente cerca de 30 mil negócios em todo o território nacional, incluindo as maiores e mais respeitadas empresas de A&EC do país. Atuamos nacionalmente, com força local por meio de 11 seções regionais localizadas nos Estados da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e no Distrito Federal.
38
Anos de história
30 mil
Negócios representados
+200
Empresas associadas
3mil
Atendimentos anuais, em média
Nossa missão é representar nacionalmente as empresas de engenharia consultiva e arquitetura, defendendo seus interesses e trabalhando pela valorização de suas atividades.
Defesa institucional e negocial, além de suporte ao desenvolvimento das empresas do setor de A&EC.
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Negociações trabalhistas
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Representação frente a entes públicos e privados
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Participação em discussões sobre leis e normas
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Apoio ao desenvolvimento e aperfeiçoamento das representadas
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Incentivo à inovação
Quase quatro décadas de
compromisso com a engenharia
e arquitetura brasileiras.
Desde nossa fundação em 1989, o Sinaenco tem sido um parceiro fundamental das empresas do setor de A&EC. Ao longo dos anos, realizamos diversas campanhas e ações que impactaram diretamente a qualidade e desenvolvimento do setor.
Nossa trajetória é marcada pela coordenação de negociações com entidades laborais, buscando sempre equilíbrio econômico e segurança jurídica para a atuação de nossas representadas, além da defesa da justa contratação dos serviços de A&EC.
1988
No campo político, o Brasil ganha nova Constituição que celebra os valores democráticos.
O texto assegura: “É livre a associação profissional ou sindical (…)”. No campo econômico, o momento é de crise, que para a engenharia se reflete em atrasos nos pagamentos de contratos com o governo, praticamente o único cliente das empresas. Nasce o Sindicato Nacional das Empresas de Engenharia Consultiva, ou ‘Sinenco’. Assume a presidência o engenheiro Cristiano Kok, da Engevix.
1989
Criação da primeira regional do Sindicato, em São Paulo.
A arquitetura integra o universo de representação da entidade, que adota nova denominação: Sinaenco.
1990
No dia seguinte à posse do presidente Fernando Collor de Mello, todas as aplicações financeiras são confiscadas.
As medidas causam redução momentânea da inflação, queda da dívida pública, desemprego e insatisfação popular. É instituído pelo governo o Programa Nacional de Desestatização (PND), por meio do qual serão vendidas 33 empresas públicas até 1994. É fundada a regional Minas Gerais.
1991
Fundação da regional Rio de Janeiro.
1992
Os esforços para a estruturação da entidade nacionalmente resultam na criação, em um mesmo ano, de seções regionais.
São elas: Bahia, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.
1993
O Sinaenco torna-se o primeiro sindicato do Brasil a obter seu reconhecimento no Poder Judiciário, com uma ação declaratória de legitimidade.
Em 21 de junho, é criada a Lei de Licitações 8.666. O Sindicato participa ativamente das discussões para a formatação da legislação e consegue destacar no texto os chamados serviços técnicos especializados, priorizando a contratação desses por critérios técnicos. Criação da regional Ceará.
1994
Em 1º de julho entra em vigor o Plano Real. No mundo da tecnologia, a novidade são os primeiros provedores que possibilitam o acesso de pessoas e empresas à internet, antes restrita ao meio acadêmico.
O Sinaenco comemora a aquisição da sua sede no coração de São Paulo. Início da gestão do engenheiro Roberto Araújo Pereira, da Vetec. No mesmo ano são fundadas as regionais em Goiás e Santa Catarina.
1996
Criada a seção do Sinaenco no Espírito Santo.
1998
O presidente Fernando Henrique Cardoso, que havia assumido o país em 1995, é reeleito para mais quatro anos de governo.
Ao longo dos mandatos, o político dá continuidade ao PND. Um dos marcos é a venda da Companhia Vale do Rio Doce e de várias estatais de serviços. Para o setor de A&EC, as mudanças significam a entrada do cliente privado num mercado até então dominado por contratos públicos. O Sindicato conta com 5,5 mil empresas associadas. Início da gestão do engenheiro Cyro Laurenza, da C2E.
2002
A engenheira Norma Gebran Pereira, da Coplaeng, assume a presidência do Sinaenco, que representa 12 mil empresas associadas.
O cenário político nacional é marcado pela vitória de Luís Inácio Lula da Silva na eleição presidencial.
2005
O Sindicato abre-se para a sociedade, passando a atuar em questões que vão além dos interesses das empresas associadas.
É lançada a Campanha pela Valorização do Projeto, com o objetivo de disseminar a importância da justa contratação dos serviços de A&EC. Outra ação, a Campanha Prazo de Validade Vencido, revela o péssimo estado de conservação da infraestrutura em diversas regiões do país. E como resultados imediatos, os governos municipais destinam recursos para a manutenção de pontes e viadutos.
2006
A Petrobras anuncia a descoberta do pré-sal.
Em julho, é identificada no campo de Tupi, na Bacia de Santos, a primeira jazida de óleo leve. Tem início a gestão do engenheiro José Roberto Bernasconi, da Maubertec, à frente do Sindicato.
2007
Antecipando o anúncio do Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014, o Sinaenco visita 27 estádios em 18 cidades, com o objetivo de verificar as condições desses equipamentos.
O relatório técnico mostra a necessidade de uma completa renovação nos estádios. O governo federal lança o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).
2009
Em junho, é apresentado o relatório Vitrine ou Vidraça – Desafios do Brasil para a Copa de 2014, síntese das visitas realizadas pelo Sindicato nas cidades candidatas a sediar jogos do Mundial.
Ainda em junho, entra no ar o Portal 2014, com o objetivo de ser a principal referência sobre a infraestrutura para a Copa. Em outubro, o Rio de Janeiro confirma o favoritismo e ganha a disputa para sediar a Olimpíada 2016.
2010
Brasil elege a primeira presidente mulher da sua história, Dilma Rousseff.
O engenheiro João Alberto Viol, da JHE, passa a presidir o Sindicato.
2011
O Sindicato intensifica a campanha contra o uso do pregão para contratação de serviços técnicos especializados.
Como resultado, diversos processos são suspensos ou cancelados pela Justiça. Por outro lado, o governo cria o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), para dar agilidade às obras da Copa do Mundo. O regime prevê a ‘contratação integrada’, que permite a licitação de obras e serviços de engenharia sem projeto.
2013
O Sindicato celebra 25 anos. Como parte das comemorações, promove a campanha Olho no Futuro, com a realização de eventos sobre planejamento urbano em 12 capitais brasileiras.
Em outra frente de ação, o Sinaenco insiste na tese de que o RDC é ineficiente para agilizar o cronograma das obras da Copa, publicando um primeiro estudo sobre as licitações para intervenções nos aeroportos.
2014
Com 12 estádios novos ou renovados, o Brasil sedia a segunda Copa do Mundo da sua história.
Os avanços prometidos na infraestrutura das cidades são parciais: um dos marcos negativos é o VLT de Cuiabá (MT), cuja obra, licitada por RDC, arrasta-se para além do ano do megaevento. O engenheiro José Roberto Bernasconi dá início a mais uma gestão como presidente do Sindicato.
Valorização do projeto
e do gerenciamento
Os projetos de arquitetura e de engenharia especificam e definem o produto final - a obra, o equipamento. Portanto, são elementos chave do investimento público e privado. O gerenciamento é um indutor de eficácia e instrumento de controle interno na implantação de empreendimentos.

Contratação com base
em premissas técnicas
Serviços técnicos de natureza predominantemente intelectual, como estudos, projetos, consultoria, fiscalização e gerenciamento, devem ser selecionados por melhor técnica ou técnica e preço. A boa contratação traz benefícios para toda a sociedade, que recebe empreendimentos de qualidade, no prazo e ao preço correto.

Planejamento: dever
de Estado
Superação da cultura de adiamento de decisões e de execução precipitada de obras, frequentemente condicionada a calendários eleitorais. Planejar é considerar, de forma integrada, todas as etapas de um empreendimento, visando à escolha da melhor solução técnica, econômica e operacional.

Trabalhamos para assegurar às empresas de arquitetura e engenharia consultiva um ambiente favorável ao desenvolvimento de seus negócios, por meio de sua representação institucional e negocial e de ações de valorização dos serviços prestados pelo setor.
Direção e Conselho: O Sinaenco é liderado por empresários e profissionais das principais empresas do setor de A&EC.
Gestão 2026-2027
Sergio Marques Assumpção
VP de Administração e Finanças
CRA Engenharia de Infraestrutura Ltda
Rafael Decina Arantes
VP de Ética e Proteção à Consultoria
Cobrape – Cia Brasileira de Projetos e Empreendimentos
Valdir Gomes de Oliveira
VP de Rel.Trab. e Ass.Intersindicais
Concremat - Engenharia e Tecnologia S.A
Conselho Diretor
Renato Nogueira Silva
Consol Engenheiros Consultores
Wilson Vieira
Nova Engevix Engenharia e Projetos
Cristiano Kok
Conselheiro Vitalício
Roberto de Araujo Pereira
Conselheiro Vitalício
Cyro Laurenza
Conselheiro Vitalício
José Roberto Bernasconi
Conselheiro Vitalício
Maubertec Tecnologia em Engenharia
João Alberto Viol
Conselheiro Vitalício
JHE Engenharia
Carlos Roberto Soares Mingione
Conselheiro Vitalício
AGM - Projetos de Engenharia
Eduardo Salgado Viegas
Conselheiro Vitalício
Concrejato Serviços Técnicos de Engenharia
Conselho Fiscal
Kleberlei Machado Rola
Machado e Fassarella Engenharia e Consultoria Ltda
Rosmar Resende dos Santos
RS SUL Engenharia Ltda
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